Coluna | #01 Sashay Away


Hello, hello, hello.

Estreia hoje, a primeira postagem da coluna Sashay Away do blog. Bom, para quem não sabe, Sashay Away, é um termo utilizado pelo RuPaul no seu Reality Show Drag Race. Quando você escuta esse termo, pode ter certeza que é porque você não foi bem na competição e que seu tempo no programa já deu, então você terá que partir. Mas você deve está se perguntando, o que isso tem haver com o blog? Eu vou explicar, calma. Todo mês, se não acontecer nenhum imprevisto, eu farei essa coluna falando sobre um livro, filme ou até mesmo uma série, que vai levar meu Sashay Away, significando que um desse tema me decepcionou bastante e que eu não quero mais ver ou ler nunca mais.



Aos poucos vocês vão entendendo sobre a coluna e espero que possam gostar, já que é uma forma de descontrair e também saber mais sobre as coisas que me decepcionaram. E para o primeiro tema do Sashay Away, vai ser sobre um livro que me decepcionou bastante, mas que por um milagre, eu consegui ler ele até o final, que foi o livro Cidades de Papel, do Jonh Green. Eu vou falar sobre a decepção que foi ler esse livro, e espero que os fãs do Green me entendam, seus livros são ótimos, inclusive li todos, mas Cidades de Papel foi simplesmente... Ah! Não sei como descrever.

Como não é uma resenha, eu vou falar apenas de modo superficial sobre a história do livro, já que faz bastante tempo que eu li Cidades de papel e não lembro mais nem os nomes dos personagens. O enredo, é um garoto que tem uma “paixonite” pela sua vizinha, que só deixa o garoto na friendzone, aliás, por um bom tempo, ela nem lembrava que o menino existia, pois ela era aquele tipo de garota bem popular. Mas em um determinado dia, ela por algum milagre lembrou que o garoto existia e que era seu vizinho. Então ela chama ele para fazer algumas armações, com as pessoas da escola que eles estudavam, e foi tudo lindo, e o menino começou a achar que a garota chata ia dar uma chance para ele e que tudo seria diferente. Só que não, porque PUFF! Ela sumiu do nada.


Então o livro vai contar essa jornada quase sem fim, cansativa e chata, para achar essa garota, tendo um final bem chocho, o que me decepcionou bastante. A todo momento eu pensava que o livro iria melhorar, que algo imprevisível poderia acontecer, e foi com isso na minha cabeça que consegui ler o livro até o final, porque eu acreditei em algo que não aconteceu. O Green pecou bastante nessa história, não teve nenhum romance que prendesse o leitor, porque esse “casal” que existe no livro é tudo, menos um par romântico. O humor do livro é bem chatinho, os personagens não são tão convincentes, e acho que a culpa maior foi dos personagens principais. 


Assisti ao filme, pensando que eu tivesse apenas algum problema para não ter gostado da história, e que poderia acabar me apegando aos personagens, mas não foi isso que aconteceu, fiquei mais triste ainda e achando uma penitência assisti-ló. Porém vou falar disso em outro momento, pois falar do livro e do filme, acabaria deixando a postagem maior do que já está. Espero que tenham gostado da coluna, e espero também que eu não tenha ofendido ninguém que seja fã do Green, apenas expus minha opinião sobre esse livro, mas de maneira bem respeitosa.

Até o próximo Sashay Away!


6 comentários :

  1. Adorei o tema do post!! Eu não li o livro, mas pensei em assistir ao filme, mas acho que não vou mais hehehehe tem outras coisas que acho que vou gostar mais rsrsrs Adorei sua sinceridade <3

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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  2. Olá Marco, bem legal essa coluna, sobre o livro Cidades de papel, não li o livro nem ao filme, mas pretendo fazer ambos, e saber por que muitas pessoas tiveram a mesma opinição que vc. Bjkas

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  3. Olá, curti muito o post...ainda não li a obra, mas conferi a adaptação faz pouco tempo.

    Abraços

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  4. Oi, Marco
    Já li um livro do autor e gostei bastante, apesar de ser meu estilo favorito. Cidades de papel eu ainda não li, mas parece que as opiniões sobre ele são bem divididas. Enquanto alguns amam, outras se decepcionam. Já ouvi tantas pessoas falarem negativamente dele.
    Uma pena que você não tenha se envolvido tanto. Acho que vou assistir ao filme só, por enquanto.

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  5. Marco achei essa comuna super interessante e seus argumentos foram bem válidos.
    Até agora não tive interesse de ler nada do autor, nem ver os filmes badalos em suas o tas. Mas é sempre interessante conferir as opiniões dos blogueiros, principalmente dos mais críticos como você. Desejo sucesso a nova coluna.

    Leituras, vida e paixões!!!

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  6. Olá!
    Adorei essa coluna! Quero muito acompanhar ela!
    Então, eu li Cidades de Papel e gostei muito, gosto das personagens femininas do Green. Mas o filme eu detestei e acho que a Cara não foi uma boa escolha.
    Beijos.
    http://arsenaldeideiasblog.wordpress.com/

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